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Síndrome do pânico e vida profissional: por que ela surge em pessoas produtivas e como afeta o trabalho
Um dos mitos mais persistentes sobre a síndrome do pânico é a ideia de que ela acomete apenas pessoas frágeis ou emocionalmente instáveis. A experiência clínica mostra exatamente o oposto. Ao longo da minha prática, observo com frequência que o pânico surge em pessoas responsáveis, produtivas, comprometidas e altamente exigentes consigo mesmas — justamente aquelas que “seguram tudo” por muito tempo. No contexto contemporâneo, marcado por pressão constante, metas agres
Ana Claudia Melo
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A síndrome do pânico vem sozinha? Quando ela é um transtorno autônomo — e quando é sintoma de algo maior
Uma pergunta muito comum no consultório é: “Doutora, eu tenho síndrome do pânico ou isso é consequência de outro problema?” Essa dúvida é legítima e, do ponto de vista clínico, absolutamente pertinente. A psicopatologia contemporânea reconhece que o pânico pode aparecer tanto como transtorno autônomo quanto como manifestação de outros quadros psicológicos . Ao longo da minha prática clínica, percebo que entender essa diferença traz alívio imediato ao paciente. Não p
Ana Claudia Melo
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Síndrome do pânico: O que realmente é (e o que não é)
A síndrome do pânico é um dos transtornos psicológicos mais mal compreendidos da atualidade. Ainda hoje, muitas pessoas acreditam que se trata de “nervosismo”, “fraqueza emocional” ou excesso de estresse, quando, na verdade, estamos diante de um quadro clínico bem descrito na psicopatologia contemporânea , com critérios diagnósticos claros e mecanismos neuropsicológicos específicos. Ao longo da minha prática clínica, já acompanhei inúmeros pacientes que chegaram ao cons
Ana Claudia Melo
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Síndrome do impostor no trabalho: pressão, autossabotagem e caminhos para recuperar a confiança profissional
Ao longo da minha experiência como psicóloga clínica, já acompanhei inúmeros pacientes que, apesar de suas competências reais, vivem assombrados pela sensação de que “não pertencem ao lugar onde estão”. Alguns já foram promovidos, receberam reconhecimentos importantes, foram valorizados por equipes inteiras — mas ainda assim me dizem: “Tenho medo de que descubram que não sou tão bom quanto pensam.” No ambiente corporativo, essa percepção distorcida pode ganhar força, al
Ana Claudia Melo
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