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Síndrome do pânico e vida profissional: por que ela surge em pessoas produtivas e como afeta o trabalho
Um dos mitos mais persistentes sobre a síndrome do pânico é a ideia de que ela acomete apenas pessoas frágeis ou emocionalmente instáveis. A experiência clínica mostra exatamente o oposto. Ao longo da minha prática, observo com frequência que o pânico surge em pessoas responsáveis, produtivas, comprometidas e altamente exigentes consigo mesmas — justamente aquelas que “seguram tudo” por muito tempo. No contexto contemporâneo, marcado por pressão constante, metas agres
Ana Claudia Melo
4 min de leitura


A síndrome do pânico vem sozinha? Quando ela é um transtorno autônomo — e quando é sintoma de algo maior
Uma pergunta muito comum no consultório é: “Doutora, eu tenho síndrome do pânico ou isso é consequência de outro problema?” Essa dúvida é legítima e, do ponto de vista clínico, absolutamente pertinente. A psicopatologia contemporânea reconhece que o pânico pode aparecer tanto como transtorno autônomo quanto como manifestação de outros quadros psicológicos . Ao longo da minha prática clínica, percebo que entender essa diferença traz alívio imediato ao paciente. Não p
Ana Claudia Melo
4 min de leitura
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